E, de repente, ele já não mais sofria.
Estava feliz, com o sono matinal, com o trem lotado, o trabalho sobrecarregado.
Estava contente com o dia sem açúcar e o café quente.
Não lhe incomodava mais a dôr nos pés ou o cansaço nas pernas.
Desde que acordava, até se deitar, sempre tinha um sorriso no rosto, fosse ele tímido ou exposto.
Não se habituou com o sofrimento, não se satisfez com o medíocre.
Mas tinha alguém para fazer isso ser detalhe, tinha alguém para chamar de querida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário