Minha pena movia-se para lá e para cá,
minha pena fazia coisas belas e agradáveis,
mas nada de excepcional, até você aparecer.
Foi graças à minha pena, que me viu de outra maneira,
e foi graças à ti, que minha pena criou
maravilhas, graciosas criações,
versinhos e poemas, saídos de minha pena.
E minha pena passou a trabalhar em função de ti,
para ti, por ti.
E minha pena ficou pequena para tudo que sentia,
para tudo que queria dizer,
na falta da pena, vivi o poema.
Fui praí te ver, fui praí te amar.
O hino eu recitei, e fiz dos meus versos,
pequenas amostras de amor.
E fiz do meu amor,
pequenos versos
em grandes poemas,
saídos de minha pena.
E o teu beijo, que ficou na minha boca,
foi pra minha pena.
E o teu toque, que faz parte de mim,
foi pra minha pena.
E o teu sorriso, símbolo do amor.
foi pra minha pena.
E tu,
meu amor.
Jamais poderia ser replicada,
por pena qualquer.
Me dá dó da minha pena,
que jamais alcançará tamanha beleza
tão natural,
que emana de ti,
de um sorriso aberto,
de uma palavra jogada ao vento.
Me dá dó da minha pena,
que é deixada de lado,
para que eu possa alcançar
o romance puro,
a poesia vivida,
num beijo na chuva,
uma viagem inesperada.
Me dá dó da minha pena,
eu dava tudo ah,
minha pena eu largava,
eu dava tudo,
pra visitar teu coração.
minha pena fazia coisas belas e agradáveis,
mas nada de excepcional, até você aparecer.
Foi graças à minha pena, que me viu de outra maneira,
e foi graças à ti, que minha pena criou
maravilhas, graciosas criações,
versinhos e poemas, saídos de minha pena.
E minha pena passou a trabalhar em função de ti,
para ti, por ti.
E minha pena ficou pequena para tudo que sentia,
para tudo que queria dizer,
na falta da pena, vivi o poema.
Fui praí te ver, fui praí te amar.
O hino eu recitei, e fiz dos meus versos,
pequenas amostras de amor.
E fiz do meu amor,
pequenos versos
em grandes poemas,
saídos de minha pena.
E o teu beijo, que ficou na minha boca,
foi pra minha pena.
E o teu toque, que faz parte de mim,
foi pra minha pena.
E o teu sorriso, símbolo do amor.
foi pra minha pena.
E tu,
meu amor.
Jamais poderia ser replicada,
por pena qualquer.
Me dá dó da minha pena,
que jamais alcançará tamanha beleza
tão natural,
que emana de ti,
de um sorriso aberto,
de uma palavra jogada ao vento.
Me dá dó da minha pena,
que é deixada de lado,
para que eu possa alcançar
o romance puro,
a poesia vivida,
num beijo na chuva,
uma viagem inesperada.
Me dá dó da minha pena,
eu dava tudo ah,
minha pena eu largava,
eu dava tudo,
pra visitar teu coração.