segunda-feira, 18 de abril de 2011

Os meus olhos doem, ardem. Eu os pressiono com as palmas de minhas mãos. Não consigo pensar em nada, talvez sómente nesse texto, talvez. Passo meus dedos pelos meus cabelos, frustrado, olhos fechados e cabeça baixa. Paro. Sentado. De frente para o computador. Sinto o frio na minha pele. Minha cabeça dói. Minha garganta ainda arranha. Respiro fundo. Apoio-me com minhas mãos no rosto. Respiro fundo. Olho longe, olho pela janela. "Eu nunca achei que minha alma fosse pequena.".

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