O céu estava cinza, as nuvens prestes a chover.
Mas não, não era por isso.
Eu me sentia vivo, livre.
Meu coração palpitava.
Minhas pernas começavam a pesar.
Eu não tinha destino.
Não perseguia ninguém.
Nem era perseguido.
Não tinha ninguém me esperando.
Ou ao meu lado.
O vento batia no meu rosto.
Levantava meu cabelo.
Eu não queria, mas teria de parar.
Mais um pouco, eu conseguia.
Mais um pouco.
Eu continuava sorrindo.
Cansando.
Parando.
Estava feliz.
Corri.
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