sábado, 4 de agosto de 2012

Mesmo após trinta e cinco anos eu continuo perdidamente apaixonado por você.

O tempo é relativo. O tempo não existe.

Lembro que quando estava para te encontrar, o tempo passava tão lentamente, de forma sádica, como se quisesse nos afastar.

Lembro que quando estava contigo, ele voava de tal forma, que o dia se esvaia em minutos, como se quisesse que eu sentisse sua falta.

O tempo não existe. Há quanto tempo não te vejo? Há quanto tempo não digo que te amo...

O tempo passa mas você não, nós não. Se cada segundo sem você é uma vida, quanto tempo dura uma vida sozinho? Se uma vida contigo não seria suficiente, o para sempre duraria uma semana.

Mesmo após trinta e cinco anos eu continuo perdidamente apaixonado por você.
E tenho de admitir, esses anos foram difíceis de aguentar desde que você terminou tudo ontem.

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