sexta-feira, 12 de novembro de 2010

À ansiedade

Sai daqui, sai de mim.
Deixa de maldade!
Sem você, tudo funciona, mesmo assim.

Tenha piedade.
Você nunca me fez bem,
aliás nunca fez a ninguém.
Vá embora, ansiedade.

Para isso, não tenho idade.
Ficar nervoso e apreensivo?
Sério e pensativo?
Achei que isso tinha chegado ao fim.

Então, saia. Vá embora,
da minha casa e da cidade.
Sai daqui, sai de mim,
maldita ansiedade.

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